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SAÚDE

    Coração de Atleta   

    Os especialistas em medicina do esporte indicam 7 avaliações como sendo ideais para os atletas (crianças e adolescentes que querem ser atletas profissionais):

    1. Anamnese (análise individual do paciente com detalhamento do histórico familiar).
    2. Exame físico.
    3. Exames laboratoriais (análise do sangue para descobrir possível anemia ou outras deficiências).
    4. Teste ergométrico (feito na esteira com bucal e nariz tampado. Usado para analisar a freqüência cardíaca,     pressão arterial e capacidade física da pessoa).
    5. Eletrocardiograma de repouso (a pessoa fica deitada com eletrodos pelo corpo para análise dos batimentos     cardíacos e possíveis alterações).
    6. Radiografia do tórax (avaliação pulmonar e avaliação do tamanho do coração).
    7. Ecocardiograma (ultra-sonografia do coração que avalia toda a sua anatomia).

    Para os esportistas (crianças e adolescentes que praticam esportes para recuperar saúde ou por Hobby), são 3 os exames indicados:


    1. Auscultar o coração e os pulmões.
    2. Palpar abdômen, pulsos, braços e pés.
    3. Medir a pressão arterial nos braços e pernas.


    Baseado nessas informações (Folha de S.Paulo – Domingo, 26/07/05), é importante que os pais procurem orientação médica para os seus filhos antes de iniciarem a prática competitiva. Na Itália, por exemplo, o exame cardíaco completo é Lei. No Brasil ainda não há legislação que exija esses exames.


    Saiba mais:

    Miocardiopatia – Doença no músculo cardíaco que pode provocar a morte súbita com a prática de esporte físico acentuado.

    Cardiomiopatias Hipertróficas – Provocam um engrossamento assimétrico do coração e, dependendo do nível desse engrossamento, pode obstruir o fluxo sanguíneo (o engrossamento do coração é um problema genético e evolutivo).

Iran Campos (Professor do Curso de Futsal: A Criança no Esporte – UniFMU - SP)


    Equilíbrio Emocional X Bom Desempenho

    Todo atleta deve ter um bom equilíbrio emocional, para que possa atingir o máximo de seu desempenho. Este equilíbrio pode ser obtido junto a seus familiares, que devem não somente incentivar mas também partilhar de sua atividade esportiva (estar presente em treinos e jogos), de uma forma sadia e adequada.

    O que comumente podemos observar é que em sua maioria, os pais tornam-se torcedores excessivamente exigentes, cobrando de seus filhos o que eles não são capazes de realizar e assim demonstrando sua frustração pessoal, por não ter sido um grande atleta ou que seu filho também não seja.

    Toda pressão, leva o atleta a reduzir o seu desempenho ao invés de melhorá-lo. Nós adultos devemos respeitar os limites de nossas crianças e procurar conduzi-las dentro de seu próprio ritmo.

    O treinador também tem um papel muito especial neste desenvolvimento, pois ele deve agir como um educador e não com um repressor, demonstrando ter também um bom equilíbrio e assim conseguindo obter um grupo coeso, que será capaz de entender com facilidade a orientação. Caso contrário, se for estressado, terá em suas mãos atletas nervosos e que não corresponderão ao solicitado.

    Precisa também respeitar para ser respeitado, evitando falar palavrões, ser agressivo, menosprezar ou humilhar seus atletas. A inocência de criança deve ser preservada, para que a violência não esteja presente nos esportes também, mas sim seja fonte de prazer e satisfação.

    Devemos também estar atentos as modificações de comportamento dos atletas, elas podem nos revelar muitas coisas, tanto boas como ruins.

Valéria Moreira Soares Psicóloga
CRP 06/33.787-6
Fone: 9184-7395
E-mail: valeriamspsic@ig.com.br


    TDAH (Transtorno do Déficit de Atenção com Hiperatividade)

    O Transtorno do Déficit de Atenção com Hiperatividade é mais observado em meninos que meninas porque eles têm mais sintomas de hiperatividade e impulsividade, além da desatenção. Em esportes, eles são mais intempestivos e facilmente se aborrecem, mesmo com mínimas frustrações. Podem ter um “pavio curto” e estourar por qualquer coisa. Em geral também são algo estabanados e um tanto “sem-jeito” porque a coordenação motora pode estar menos desenvolvida que nas demais crianças (o que pode ser melhorado com a prática de esportes). Por serem desatentos, é comum que “comam mosca” e deixem passar oportunidades durante os jogos. Alguns são tão desatentos que parecem viver no mundo da lua. A impulsividade, um outro fator presente no TDAH, faz com que interrompam ou outros ou se metam em brincadeiras mesmo quando não foram convidados.Todos estes fatores podem contribuir para que eles sejam menos aceitos pelos colegas e acabem sofrendo algum grau de discriminação.

    Os professores e treinadores devem estar atentos aos sintomas de TDAH (veja em www.dda.med.br) , que merece tratamento, e encaminhar os alunos que julguem necessitar de uma avaliação por profissional especializado. O TDAH é bem comum: ocorre em cerca de 5% das crianças.

Paulo Mattos
Professor da UFRJ
Vice-Presidente da ABDA

   
 

    A ORTODONTIA

    É uma área dentro da odontologia que têm como objetivo obter a posição e a função correta dos dentes.
    Toda criança deve visitar um ortodontologista assim que começar a trocar os dentes de leite pelos permanentes que acontece em média aos 6 anos e meio e 7 anos.
    Nesse período, se for observado alguma alteração, a criança já começa o tratamento usando um aparelho ortodontico que ira prevenir problemas maiores no futuro.
    Portanto o aparelho ajuda na estética dos dentes, na musculatura da boca, na respiração correta; Tendo como objetivo a saúde bucal e geral do futuro adulto.

Dra. Maria de Fátima Rodrigues Garcia
- Clínica Geral
- Clareamento Dental
- Estética Dental
- Prótese
- Ortodontia Fixa e Móvel
Rua cônego José Norberto, 631 - Jd da Saúde - Fones: 5062-2525 e 5063-3975


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